Dois poemas de Anne Sexton

Balada da masturbadora solitária   O fim do caso é sempre morte. Ela é minha oficina. Olho escorregadio, pra dentro de minha tribo. O meu fôlego acha que você foi. Eu vejo horrorizada aqueles que estão aqui. Eu sou alimento e alimentada. À noite, sozinha, eu me caso com a cama.   Dedo com dedo, […]